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Bikes - Eduardo Srur
Feriado não emendado.
Minha esposa e filho aproveitaram de viajar, mas como eu trabalho na sexta, o jeito é juntar-me a eles apenas no sábado.
Pego a minha bicicleta e passo na Decathlon do Center Norte por alguns instantes, a bicicleta fica no bicicletário.
Pedalo para almoçar na casa do meu Pai, na ponte do Piqueri, aproveito de mudar de bicicleta e pego a dele para ir à farmácia e comprar antigripais para ele.
Pego a minha bicicleta novamente e vou até Marechal Deodoro, onde deixo a bicicleta.
Pego o ónibus até o Parque da Água Branca (R$ 2,30 bilhete único + feriado, pagando uma tarifa podem se fazer 4 viagens em até 8 horas).
Após conferir a feira em celebração do dia da consciência negra, pego o ónibus até a Praça Ramos.
Na Ladeira da Memória pego uma bicicleta do Metrô para ir até a Sé, onde a devolvo.
Dou uma esticadinha para comer iguarias na Liberdade, e volto à Sé onde pego novamente uma bicicleta.
Pedalo até Marechal Deodoro, onde devolvo a bicicleta do Metrô, e pego a minha.
Aproveito a integração com o Metrô (bilhete único), e por R$ 1,35 embarco com a minha bicicleta da estação Marechal Deodoro até o Tucuruvi.
O dia começa a escurecer, passo na locadora, aproveitando o bicicletário, para pegar um filminho e pão na padaria.
Enquanto tomo um banho, com o chuveiro desligado, claro, reflito sobre a transparência da bicicleta.
Não saí para andar em bicicleta.
Saí para visitar lugares da cidade.
A bicicleta foi transparente.




