XpK

29/01/2016

GIF do Gabriel no Bombelela

Filed under: Sem categoria — XpK @ 21:07

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17/08/2012

Mortes de ciclistas chilenos.

Filed under: Sem categoria — XpK @ 10:32

Na semana passada, um ciclista foi atropelado e morto em Santiago. Traduzo aqui alguns fragmentos de

http://www.furiosos.cl/2012/08/10/otro-cicilsta-fallece/

Na noite do 9 de agosto:

Arturo Aguilera

@parafernalico: @mfc_oficial Ciclista atropelado Av. Santa Isabel esquina Bustamante o carro na fuga bateu na esquina.

No outro dia:

Queridos ciclistas: 
Ontem à noite, por volta de 1h:00 da madrugada, um amigo ciclista foi atropelado por un automóvel dirigido por um motorista bêbado que desrespeitou a luz vermelha do farol.
Após o atropelamento, fugiu, batendo com mais dois veículos.
Desconheço o lugar que aconteceu…
O motorista foi, finalmente, detido…

O fato é que Arturo Aguilera, encontra-s em estado de coma no serviço de urgência do Hospital El Salvador, com traumatismo craniano aberto, costela fraturada, pulmão perforado, clavícula direita quebrada e outras lesões de gravidade.

Os médicos afirmam que, se sobreviver, ficará com dano neurológico severo…. (…)

Se sobrevive, provávelmente precisemos de doaçõs de sangre e unir forças, para colaborar com a sua familia….

Saudações
César Vallejos.

Horas depois:

Arturo morreu, amigos….
Às 8h:20 Que descanse em paz….
Arturo era Designer gráfico, de 28 anos de idade, original do bairro Quinta Normal, trabalhava na Editorial La Cuneta…
ciclista persistente…

http://www.furiosos.cl/2012/08/13/a-proposito-de-arturo/

Não conhecia Arturo. Até o dia da sua morte no sabia da sua vida(…).

(…) Hace algns dias, em ocasião da Cicletada N°200, evento que reuniu de 6 mil a 8 mil ciclistas, escreví o siguiente no meu status do Facebook e ganhei vários “Curtir”: “Porque cada vez mais pessoas optam pela bici como meio de transporte na cidade. E cada vez da menos medo passar pertinho dos autos, e as pessoas lá de cima dos veículos com cara de “esta menina vai se matar” mas não sabem que eles morrem dia a dia, hora tras hora nessas máquinas. E se algum ciclista morre, morreu grátis, morreu livre, sentindo o vento. Bela cicletada, deliciosa experiência, excelente investmento. Afinal não precisamos ciclovías, apenas respeito, 1,5 metros da rua para andar, boas práticas no trânsito e vontade, apenas vontade de pedalar. Sobre a bici a felicidade está um pouquito mais próxima”.

(…)Hoje retiro o que disse. Além de respeito, e espaço na rua, e pedestres conscientes, precisamos pessoas que, se vão a andar de carro, no encham a cara. Precisamos de homens e mulheres que deixem de ser tão brutalmente soberbos, como para acreditar que seus sentidos, critérios e reflexos não se alterarão após ter consumido àlcool. Pessoas que antes de ligar o rádio do carro, acender o cigarro e apoiar seu cotovelo altivo na janela, se lembrem que lá fora tem gente que não cometeu o artificial ato de se trancar numa estrutura metálica e prefiriu uma máquina bem más frágil. Frágil como a carne e os ossos de todos os seres humanos, como os de Arturo e como os de todos que o conheceram e que seguramente perderão carne pela falta de apetite ante sua ausência e seus  ossos fraquejarão ao levantar-se todos os dias sabendo que ele morreu. Retiro o que disse, porque acho que muita gente que esteve nesse funeral, que eu não fui por uma mistura de resfriado e pudor, quer ele aqui, ahora. Vivo. E se, a felicidade esta un pouco mais perto em cima da bici, faz dois dias que Arturo se subiu na sua cleta e ahora está longe, bem linge daqui.

Belén Fernández Llanos

Em seguida, no dia 14 de Agosto, mais uma vítima:

http://www.furiosos.cl/2012/08/14/tomas-otra-victima-del-imosfre/

Tomás

(…) Não existe Segurança Total, aqui tomam como referência ciclistas na maioria deportivos que trafegam por ladeiras e com maiores  velocidades, que sim requerem capacete.
No caso de Tomás NÃO há capacete no mundo que o protegeria! Por quê? PELA VELOCIDADE DO AUTOMÓVEL! Esse é Nosso Problema e Não outro.(…)

Logo, em 17 de Agosto, o motorista que matou Arturo sai em liberdade:

http://www.furiosos.cl/2012/08/17/justicia-para-arturo/

30/05/2012

O Dragão e o Tigre

Filed under: Sem categoria — XpK @ 10:32

Imagem obtida de shutterstock.com

Vou contar uma história que há tempos utilizei para acalentar bovinos:

Há muito tempo, numa terra muito distante…

Dizem que haviam dois grandes animais muito fortes, o Dragão e o Tigre.

Eles eram incontestáveis. Nenhum animal atrevia-se a desafiá-los, mas sempre o Dragão nas montanhas, o Tigre nas florestas.
Entre eles persistia uma ‘tensão dinámica’, um não mexia nos assuntos do outro e tudo se desenrolava-se pacíficamente.

Certa vez, o Lobo e a Serpente, entediados de ver o Tigre e o Dragão pagando de superiores, ou hastiados do ‘Status Quo’, decidiram que estava na hora de botar o barraco para quebrar.

O Lobo foi conversar com o Tigre e lhe disse: -Tú és forte e poderoso ó grande Tigre, porém nós mamíferos  sentimo-nos inseguros ao não sabermos se és páreo para o grande Dragão da montanha, pois aparentas receio em enfrentá-lo-.

A Serpente no entanto foi trocar idéias com o Dragão, dizendo: – Ó magnifico Dragão, o réptil mais poderoso dentre os répteis, ouvi dizer que há dúvidas da vossa superioridade em relação ao Tigre da floresta, não te garantes de encará-lo?-.

Podem imaginar que rápidamente as picuinhas e a pressão social levaram ao Tigre e o Dragão a definir um duelo para esclarecer todos os bafafás que teciam-se.

Decidiram confrontar-se no grande octógono de pedra, no sopé da montanha, onde começa a floresta, e chamaram o Lobo e a Serpente para testemunhar e arbitrar a peleja.

Cada um se preparou com antecedência, o Tigre socava toras em chamas para se acostumar com o poder do fogo, e o Dragão acometia contra rochas afiadas para se calejar contra as poderosas garras do Tigre.

Chegou o dia do confronto, e o Lobo e a Serpente levantaram os estandartes de mamíferos e répteis, e assopraram ao mesmo tempo as trompetas, declarando o início da luta.
Imediatamente, o Tigre disparou em direção ao Dragão, e cravou suas garras e presas no abdome deste que, desviando a cabeça, conseguiu atingir de cheio o flanco do Tigre.
A batalha era horrível, fumaça, sangue e cheiro de queimado.
Lutaram por dias a fio, mas nenhum deles conseguia se impor.

Após dias se degladiando, e abatidos pelas horríveis feridas, esgotamento, fome e sono, o Tigre e o Dragão mal conseguiam se mexer.

Em determinado momento, um dos lutadores, num esforço derradeiro, conseguiu atingir mortalmente seu inimigo, fulminando-o instantâneamente e, em seguida, ao erguer-se para se declarar vencedor, seu coração, já em colapso, parou de bater, caindo seu corpo sem vida sobre os restos mortais do adversário.

Ninguém soube quem venceu a luta, se foi o Tigre ou o Dragão.

Aliás, o Lobo e a Serpente não fizeram questão de divulgar o resultado, apenas de informar que, tanto a floresta quanto a montanha, estavam sob nova direção.

02/02/2012

Ciclovia CPTM Pinheiros

Filed under: Sem categoria — XpK @ 07:10

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A Extensão da Ciclovia está pronta, frente á estação Pinheiros.

No Sábado será inaugurada até Cidade Universitária.

A inauguração foi adiada, veja mais no #vadebike:

http://vadebike.org/2012/02/inauguracao-da-ciclovia-rio-pinheiros-sera-adiada

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28/12/2011

Ciclovia Pinheiros. Saída em Santo Amaro

Filed under: Sem categoria — XpK @ 10:53

Não apareceu em lugar nenhum a notícia, nem no site da CPTM. Alguns comentários eu li no facebook e só.

Entrou em funcionamento o acesso à ciclovia da Marginal Pinheiros pela Estação Santo Amaro da CPTM.

Sabendo disso, fui lá conferir. Moro no Jardim Tremembé, e trabalho no Centro Empresarial João Dias faz um par de meses.

Normalmente faço este trecho num ónibus fretado que vem de Guarulhos, mas a semana passada resolvi ir de bike (ainda não tinha o acesso Santo Amaro), cortando Mandaqui, Limão, Sumaré, Itaim Bibi, Brooklin e Granja Julieta.

Minha principal dificuldade se deu do Itaim em frente. As avenidas são carregadas, e desconheço os caminhos alternativos. Entrava numa rua e ia parar num lugar sem ‘conexão’ com o meu percurso.

Detalhe que o Centro Empresarial, tendo o tamanho que tem, não possui bicicletário. Tive que carregar a minha corrente de moto e deixar a bicicleta no paraciclo coberto do Extra.

Na volta, o meu desconhecimento na região unida ao calor imperante, me levaram de Santo Amaro a Vila Mariana onde, após subir a Borges Lagoa (naquele calor não foi legal), peguei a Vergueiro e prossegui rumo ao norte.

Imaginei a facilidade que representaria o acesso à ciclovia da CPTM.

Hoje, sabendo da inauguração do acesso, novamente vim de bike ao serviço.

Repetí o percurso até a Vila Olímpia, onde acessei a ciclofaixa e aproveitei suas características.
Sendo virtualmente plana e não havendo contato direto com o tránsito pesado, nem necessidade de conversões, a segurança, o conforto e a velocidade foram incrementadas. Devo ter demorado de 15 a 20 minutos a menos que sem ela, menos cansado inclusive (brecar e acelerar toda hora cansa).

O acesso na estação esta impecável, a estrutura inquestionável. Tem um ponto com banheiros, bebedouro, ar e um pulverizador de água.

Perguntando aos seguranças fui informado que não é possível atravessar a estação-ponte para sair na Av. Guido Caloi, do outro lado do Rio Pinheiros, coisa que eu já previa.

Descendo à rua, decidi analizar a hipótese de utilizar a Ponte Transamérica, pela calçada, visdto que é contra-mão.

Com pouca opção, fui pela Marginal Pinheiros, e cheguei à base da ponte só para perceber que, numa falta de civilidade, a ponte não possui calçadas. Continuei pela MArginal Pinheiros até a base da Ponte João Dias, que peguei com pouca dificuldade, salvo a ressalva da péssima qualidade do bordo da pista. Do mesmo jeito que a Av. Luiz Drummont Villares, subindo para o Tucuruvi, crostas enormes de cimento ’embelezam’ o caminho.

Na próxima vez, vou tentar pela rua Adele.

20/09/2011

Insisto em tentar respirar

Filed under: Sem categoria — XpK @ 16:20

O inverno de 2011 em São Paulo foi seco e poluído, como quase sempre.
Na televisão, aquele dogma da toalha molhada como única redenção da sociedade petrodependente.

Continuei coma minha rotina de pedalar do Jardim Tremembé à Paulista, mas coriza, tosse e até olhos avermelhados se fizeram cada vez mais comuns, prolongados, quase crônicos.

Numa visita ao médico e algus exames, o que eu suspeitava, tratava-se de uma reação alérgica ao ar poluido.

Não somo apenas os ciclistas que estamos expostos aos gases e partículas nocivas que compõem a poluição em São Paulo.

Ciclistas ‘escoamos’ rápido pelos engarrafamentos.

Motoristas ficam, presos às suas usininhas quase imóveis que geram calor e liberam poluentes.
Pedestres ficam, nos pontos, aguardando a condução, que está presa no mar de carros.
Passageiros ficam, dentro do ônibus atolado no engarrafamento.

No céu, ora o sol alaranjado, ora a lua avermelhada, abrem-se caminho no meio de hidrocarbonetos, óxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, aldeídos e muito, mas muito material particulado.

Otras invernos já tinha tentado driblar esta situação com respiradores descartáveis, que por sinal ficavam da cor cinza após 1 ou 2 semanas de uso, mas nestes respiradores, o próprio material é o filtro, que ao reter a umidade da respiração, fica pouco permeável ao ar, obrigando a remové-la bem no momento que a respiração fica mais profunda.

Alérgico e sem muita opção, resolvi investir melhor na minha saúde e optar por um respirador não descartável.

A rua Florêncio de Abreu, próxima à Igreja de São Bento, sempre foi a minha fornecedora de EPI (equipamentos de proteção individual), seja para os óculos que uso para pedalar (na verdade para esmeril), seja para o ‘X’ reflexivo para pedalar de noite no Audax, e foi lá que fui procurar meu respirador.

Descrevendo ao balconista a necessidade de respirar próximo a escapamentos extremamente mal regulados (vide nuvens pretas de veículos mudando de marcha para subir a ponte Cruzeiro do Sul), o atendente me recomendou a máscara 3M 6200 (uns R$ 40), acompanhada de um par de filtros 3M 6003 NIOSH (uns R$ 55), as ‘bulas’ destes produtos são imensas.

respirador

Call me Scorpion. Foto: Daniel Santini - OutrasVias

A durabilidade dos filtros é variável, depende do volume de ar respirado, e a proporção de poluentes. Pela indicação, a forma de saber que o filtro parou de funcionar é porque ele deixará entrar cheiros. Filtro bom é ar inodoro.

O filtro 6003 é indicado para Vapores Orgânicos, Dióxido de Enxofre, Ácido Clorídrico, Cloro, Ácido Fluorídrico e Gás Sulfídrico (para fuga).Um filtro não fornece oxigênio, portanto é bom que a nossa atmosfera mantenha uma concentração de O2 de no mínimo 19,5%, para evitar asfixia.

Minha primeira pedalada com este respirador foi similar a estar num ambiente barulhento, e passar ao silêncio. O Ar, sem qualquer cheiro, passava livremente pelo par de válvulas de entrada, sendo expelido pela válvula central de saída.

Tratando-se de 2 válvulas de entrada, mesmo com esforço físico, o ar não faltou. Houve retenção de umidade nas paredes da máscara, mas não comprometem o filtro, protegido pela válvula. Parte desta umidade escoa em forma de líquido pela válvula de saída (gostaria que estivesse mais baixa).

Poder pegar a subida de uma ponte, no meio dos motores Diesel, respirando profundamente, não tem preço.

Após o uso, acostumei a colocar algum papel absorvente (guardanapo, papel toalha) dentro da máscara para recolher a umidade acumulada.

No final, o saldo foi extremamente positivo, a máscara é confortável, funciona bem, não tenho mais congestão nasal nem tosse, e tive que abrir mão de todos os aromas de flores e plantas no meu caminho, do cheiro de cominho da cerealista. E ainda por cima ninguém precisa parar de poluir, não é fantástico?

Estou apenas sendo precursor da moda Inverno 2012?

Mais informações dobre como escolher um respirador em:
http://www.segurancanotrabalho.eng.br/download/guia3m.pdf

Não entendi nada e preferi perguntar ao balconista.

05/12/2010

Audax 200km Completado

Filed under: Planeta — XpK @ 08:19

Quando fiz o Audax em Abril, uma chuva no meio da tarde ajudou a refrescar o ambiente.
Neste Audax, não houve chuva senão até a Noite, quando já tinha terminado o percurso.

Nos primeiros 50 km consegui manter uma boa velocidade, estava meio nublado, e com as pernas inteiras. Mas estava sem água, apenas algum suco de laranja que peguei no hotel.

Ao chegar ao primeiro Checkpoint, abasteci as caramanholas, 1 litro de água e 700 ml de isotônico. Apliquei também bastante protetor solar. Aproveitando a parada, bebi uns 2 copos grandes de isotônico e comi uma banana.

Nos seguintes 50km, o sol apareceu, com tudo. Bebia mais isotônico (morno), pois a agua (morna) usava para molhar a roupa.

Ao completar o km 80, parei num posto de combustível abandonado, tinha acabado a agua, e o sol continuava implacável.

Enchi as garrafas com agua de torneira, já nao para beber, mas para continuar molhando o corpo.

Comecei a consumir barras e gel energetico, mas nesse calor o rendimento da pedalada caiu bastante.

Chegando ao segundo checkpoint, aos 100km, abasteci totalmente as garrafas, de novo, molhei a roupa e comi umas 5 bananas e uma maçã. Não enrolei muito e saí para mais um trecho de 50km.

O sol se manifestou ainda mais potente. Um dos participantes, com termômetro no relógio de pulso avisava que a temperatura nesse sol, no asfalto quente, era de 44 graus (porque a temperatura medida pela meteorologia é à sombra).

O pior veio do km 130 ao 140.

Subidas quilometricas. Avançando lentamente, já sem a brisa da velocidade batendo no rosto.
A água não durava nada. Parava em postos para pegar mais.
Parava à sombra de viadutos para tentar refrescar e consumir mais gel e barrinhas. Nessa altura da situação, já não conseguia comer pedalando.

Pouco antes do Checkpoint 3, algumas descidas deram um novo animo.

Molhado, abastecido, e animado, deixei o checkpoint, mas desta vez sem força física. Com constancia conseguia vencer as ladeiras, e descansava, já sem pedalar, nas descidas.

O sol começou a cair e as sombras dos eucaliptos à beira da estrada começaram a ajudar.

O canto do cisne, o último gás para terminar a prova. Descidas compridas onde atingia velocidade, sem pedalar muito.

Mas na sujeira do acostamento, muitas pedras, que pulavam violentamente ao ser atropeladas a 50 por hora. Uma delas furou minha camara dianteira aos 195km.

Troquei rapidamente, só para perceber que a minha nova camara veio rasgada no pacote.
Tirei, coloquei uma nova e o bico dela estava torto, nao segurava o ar.
Não tirei, mesmo tendo mais uma camara.Desentortei manualmente e dei um jeito de colocar alguma pressão com a bomba manual.
Com o pneu 80% cheio, continuei, com muito cuidado por mais 11km até a chegada, no km 206.
Após uma longa pausa, fui à rua turística de Holambra, comer um cachorro quente holandes, o Didan, e mais uma espécie de torta de amoras, o Vlaai.
A melhor refeição desde o último Audax.

04/12/2010

Junbi Taiso às 4 e 45

Filed under: Planeta — XpK @ 04:16

Bom, acordei cedo, umas 4 e meia da manhã. Tendo nada para fazer, fiz um pre-aquecimento.
Aproveitando que o lugar é legal, fiz uma caminhadinha na grana, alongamento e alguns exercicios extraidos do Junbi taiso do Aikido, Karate, Shintaido, ou pelo menos o que lembro deles.
Logo, uma ducha fria.
Estou revigorado
As 6 tomarei o cafe da manhã para largar às 7 no Audax.
Espero ter a oportunidade de atualizar o twitter no decorrer do evento.
http://twitter.com/xupakavraz

03/12/2010

Algunas explicaciones en español

Filed under: Planeta — XpK @ 19:28

A los chilenos que lean: Holambra es una ciudad muy chica, a unos 150 km al noroeste de Sao Paulo. Es conocida como la ciudad de las flores.
Su nombre es la conjunción de Holanda y Brasil, ya que esta region recibió gran influencia de los inmigrantes holandeses y sus plantíos de flores.
En tamaño y estilo, se parece a Puerto Varas, y aqui podemos apreciar ricos dulces holandeses.
El Audax es una prueba deportiva no competitiva, donde hay, en esta primera etapa, 13 horas para recorrer 200km sin utilizar motor ni ayuda externa. Obviamente. las bicicletas son utilizadas por casi todos los participantes, a pesar que a veces aparezca uno u otro patinador. La distancia (y el tiempo) aumenta progresivamente en las etapas siguientes,
El origen de esta práctica es francés, y la prueba más importante es Paris-Brest-Paris, de 1200km.
Se acostumbra decir que quien participa del Audax es un Randonneur.

No onibus para Holambra

Filed under: Planeta — XpK @ 18:58

Saí apressado do serviço, pois tinha 45 minutos para percorrer do Metrô Brigadeiro à Rodoviária Tietê.
Pedalando a bicicleta que utilizarei no Audax (Mospeada*) foi fácil e rápido chegar no terminal.
Uma agradável surpresa foi coincidir no mesmo ónibus que o célebre e lendário Marcio Campos. Agora tenho a melhor companhia para percorrer os 7 km que separam o trevo de Holambra (onde vamos descer) e o Hotel das Flores, onde vou pernoitar.
Já acomodado na poltona do ônibus, aproveito o bom e velho Nokia 9500 para redigir este (e os próximos) post sobre o Audax em Holambra.
É isso. Agora, a contemplar a paisagem.

*M.o.s.p.e.a.d.a.: Military Operation Solder Protection Emergency Aviation Dive Armor. Nome extraido do animê Genesis Climber Mospeada, atribuido a minha bicicleta speed, que ganhei do meu pai no natal passado.
Mospeada é uma Bianchi Corsa, não da Itália, mas do Chile, onde é equivalente à Caloi 10.
A Bianchi Corsa é uma speed de baixo custo que utiliza transmissão de MTB (Shimano TZ-30) e umas alavancas muito características, Shimano A-050.

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