XpK

30/03/2009

Bicicletada de Março

Filed under: Planeta — XpK @ 11:26

Imagem por J. Roque.

Imagem por J. Roque.

Bonde do Conde…

Pela primeira vez, o bonde do conde atingiu um número considerável de passageiros. Rodrigo S. Primo, Luiza(?), Bruno Gola, Rafael, Bruno GCI e mais um colega que de tanto me ajudar con a troca de pneus (já explico), esqueci o nome. Ah, o Bruno me lembrou, chama-se Mauro.

Como isto é um fato incomum, a câmara resolveu furar 2 vezes em 500 metros, o que também é um fato incomum.

Consequentemente, tive que descer do bonde, para aplicar um remendo no segundo furo (obviamente tinha apenas uma câmara de reserva).

Ao montar a roda traseira pela segunda vez, percebi que o pneu tinha aberto uma boca bem onde recebe o apoio do aro, mastigando câmaras de forma sistemática.

O jeito foi colocar esse pneu na frente, onde aguentou até a volta em casa.

Como resultado, cheguei na Pça do Ciclista só às 20:00.

Imagem por Luddista

Bicicletada…

Desta vez me pareceu bem coesa e articulada.

Os buracos existiram, mas foram poucos.

O apito foi super útil, e vou usá-lo agora no deslocamento cotidiano.

Ainda temos a divergência sobre os faróis de pedestres, mas foram poucos.

Fluimos bem e com pouco atrito.

Me fez lembrar a primeira bicicletada que participei, a das celebridades, em Fevereiro de 2008.

O percurso foi aquele que já virou um clássico, Paulista, Vegueiro, Sé, Ipiranga, Augusta.

Tive até a ocasião de tomar um Mate com açaí e guaraná no decorrer do pedal, bebida que ajudou até ao Gatti a voltar da semi-inconsciência.

Testemunhei como misteriosas rajadas de vento depositaram peças de roupa no portão de uma das Companhias de Tráfego que existem por aí.

Imagem KASchramm

Imagem por KASchramm

Bonde de Volta…

Só uma passageira, a Luiza(?).

Apenas chegamos à Praça do Ciclista, pedalamos rumo à Barra Funda, descendo a Angélica, mas cometí 2 erros que só percebi depois de chegar em casa:

1- Essa hora o Minhocão já é fechado, deveria ter usado ele. Mas esqueci desse detalhe e fiz um percurso desnecessário por ruas alternativas.

2- So eu ela pedalando a baixa velocidade (com o aro mordendo a câmara) nesse horário foi um descuido que desta vez não teve consequências. Só depois que percebi o alvo fácil que a gente representou. Perto da meia-noite é melhor socar a bota no pedal.

É isso aí, mês que vem tem mais.

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19/03/2009

Itapema-SC

Filed under: Planeta — XpK @ 00:17

Itapema é uma cidade Catarinense de 35000 habitantes ao sul de Camboriú.

Veículo um vendedor de milho verde

Descobrindo a vida

Passei as minhas férias nesta cidade, com o objetivo principal de aproveitar a praia, mas me surpreendi ao perceber que no último ano recebeu melhoramentos cicloviários importantes.

Bem-vindo a Itapema

Bemvindos a Itapema

Como toda cidade litorânea, as bicicletas são um veículo comum. Pessoas de todos os tipos utilizam bicicletas do tipo Barra Forte/Circular, Ceci com cestinha, Poti e Tropical, e algumas bicicletas de montanha. Há muiiita bicicleta, para bater as fotos aproveitei a hora do almoço, onde quase não há pessoas nas ruas.

É comum a utilização de bicicletas sem marchas e freio contrapedal.

Tive a sorte de utilizar uma Monark Tropical que a tia da minha senhora esposa tinha meio encostada. Dei um tapa em algumas peças e coloquei para rodar.

Com ela aproveitei  a ciclovia do parque linear, que acompanha a orla. Tudo muito bem sinalizado.

Só bicicletas e pedestres

Só bicicletas e pedestres

Tapete vermelho com vista ao mar

Tapete vermelho com vista ao mar

Duas mãos

Duas mãos

Ou seja, olhe para ambos lados

Ou seja, olhe para ambos lados

Também conheci a ciclofaixa na avenida que corta a cidade.

Aqui as bicicletinhas duram

Chegando na avenida

Aqui não é brinquedo nem esporte, é transporte.

Aqui não é brinquedo nem esporte, é transporte

Ciclofaixa de duas mãos

Ciclofaixa de duas mãos

Lógicamente ciclovias e ciclofaixas são inúteis sem lugares para deixar as bicicletas. Mas em Itapema 90% do comércio tem paraciclos na entrada, fora os paraciclos na orla.

Paraciclo na orla

Paraciclo na orla

No Banco do Brasil

No Banco do Brasil (ignorem a moto)

Na Delegacia de Policia

Na Delegacia de Policia (ignorem o carro)

Obviamente há lugares onde a bicicleta não entra. Coerentemente, outros veiculos tambem não.

Aqui só entra pedestre

Só entra pedestre (e carrinho de bebê)

Enfim, inesperadamente descobri como uma cidade pequena tem tanto a ensinar a São Paulo sobre o uso da bicicleta, não apenas na questão de melhoramentos cicloviários, mas na mentalidade bicicleta-transporte da população.

Para encerrar, uma mensagem do nosso patrocinador.

Respeito sempre

Respeito sempre

Fotos com maior resolução no meu PicasaWeb

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