XpK

28/12/2011

Ciclovia Pinheiros. Saída em Santo Amaro

Filed under: Sem categoria — XpK @ 10:53

Não apareceu em lugar nenhum a notícia, nem no site da CPTM. Alguns comentários eu li no facebook e só.

Entrou em funcionamento o acesso à ciclovia da Marginal Pinheiros pela Estação Santo Amaro da CPTM.

Sabendo disso, fui lá conferir. Moro no Jardim Tremembé, e trabalho no Centro Empresarial João Dias faz um par de meses.

Normalmente faço este trecho num ónibus fretado que vem de Guarulhos, mas a semana passada resolvi ir de bike (ainda não tinha o acesso Santo Amaro), cortando Mandaqui, Limão, Sumaré, Itaim Bibi, Brooklin e Granja Julieta.

Minha principal dificuldade se deu do Itaim em frente. As avenidas são carregadas, e desconheço os caminhos alternativos. Entrava numa rua e ia parar num lugar sem ‘conexão’ com o meu percurso.

Detalhe que o Centro Empresarial, tendo o tamanho que tem, não possui bicicletário. Tive que carregar a minha corrente de moto e deixar a bicicleta no paraciclo coberto do Extra.

Na volta, o meu desconhecimento na região unida ao calor imperante, me levaram de Santo Amaro a Vila Mariana onde, após subir a Borges Lagoa (naquele calor não foi legal), peguei a Vergueiro e prossegui rumo ao norte.

Imaginei a facilidade que representaria o acesso à ciclovia da CPTM.

Hoje, sabendo da inauguração do acesso, novamente vim de bike ao serviço.

Repetí o percurso até a Vila Olímpia, onde acessei a ciclofaixa e aproveitei suas características.
Sendo virtualmente plana e não havendo contato direto com o tránsito pesado, nem necessidade de conversões, a segurança, o conforto e a velocidade foram incrementadas. Devo ter demorado de 15 a 20 minutos a menos que sem ela, menos cansado inclusive (brecar e acelerar toda hora cansa).

O acesso na estação esta impecável, a estrutura inquestionável. Tem um ponto com banheiros, bebedouro, ar e um pulverizador de água.

Perguntando aos seguranças fui informado que não é possível atravessar a estação-ponte para sair na Av. Guido Caloi, do outro lado do Rio Pinheiros, coisa que eu já previa.

Descendo à rua, decidi analizar a hipótese de utilizar a Ponte Transamérica, pela calçada, visdto que é contra-mão.

Com pouca opção, fui pela Marginal Pinheiros, e cheguei à base da ponte só para perceber que, numa falta de civilidade, a ponte não possui calçadas. Continuei pela MArginal Pinheiros até a base da Ponte João Dias, que peguei com pouca dificuldade, salvo a ressalva da péssima qualidade do bordo da pista. Do mesmo jeito que a Av. Luiz Drummont Villares, subindo para o Tucuruvi, crostas enormes de cimento ‘embelezam’ o caminho.

Na próxima vez, vou tentar pela rua Adele.

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